Junho tem chuva. Vendas de guarda-chuva 3x. Você não comprou 3x. Ruptura.
Sazonalidade mata porque muda de estação pra estação.
Padrões sazonais reais
Clima: Chuva (guarda-chuva, capa), frio (aquecedor), calor (ventilador).
Datas: Páscoa (chocolate), Dia das Mães (presente), Dia das Crianças (brinquedo), Natal (tudo).
Calendário escolar: Fevereiro (mochila, uniforme), julho (material escolar).
Eventos: Copa do Mundo (camisa de time), eleição (acessórios político-sociais).
Se seu produto toca em qualquer um desses, demanda não é constante.
O problema com sazonalidade previsível
Você sabe que junho tem chuva.
Você até comprou 50% a mais pra junho.
Problema: choveu mais que outros anos. 80% a mais vendeu.
Seu “50% a mais” ficou 30% abaixo do que deveria.
Ruptura. Estação passa. Seca volta. Próximo junho você não sabe mais.
Sazonalidade impede estoque de segurança
Estoque de segurança é pra cobrir variação.
Mas em sazonalidade, base muda, não só variação.
Junho frio salta de 100/dia para 300/dia.
Seu estoque de segurança de 50 unidades não faz nada.
Você precisa de 3x a base, não extra de 50.
Erro comum: ignorar sazonalidade
Você olha pra venda do ano inteiro.
Média é 150/dia.
Você compra pra 150/dia o ano todo.
Junho chega, demanda salta pra 350/dia.
Você só percebe quando ruptura acontece.
Estratégia: historicizar por período
Não olhe pra “venda anual” e tire média.
Olhe pra “venda de junho dos últimos 3 anos”.
Se foi 280, 310, 340: sinal de crescimento + sazonalidade.
Junho que vem: planeje pra 370, não pra 150.
Ajuste pra tendência + sazonalidade + margem, não pra média global.
Sazonalidade previsível demanda antecipação, não “média do ano”. Teste 7 dias grátis.